COMO PRODUZIR NOTAS, RELATÓRIOS E PARECERES EFICAZES – Elaboração de textos, claros coesos e adequados a realidade do leitor

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29 e 30 de Agosto

Brasília

O CURSO
APRESENTAÇÃO

Nota, parecer e relatório são ações de comunicação estratégica. Afinal, o papel que cabe a esses gêneros textuais será sempre levar aos gestores de instituições públicas e privadas a análise isenta e criteriosa de um fato, problema ou de uma oportunidade e os resultados obtidos que gerarão as melhores práticas na administração de bens e serviços.

Por isso, três aspectos são imprescindíveis para o sucesso desse tipo de ação de comunicação: a racionalidade dos conteúdos expostos, a lógica na exposição das informações e a intenção da autoria de levar o(a) leitor(a) à ação.

Esses documentos devem levar ao conhecimento de um público diversificado os resultados obtidos pela análise técnica de fatos, dados e informações. O texto deve ser coerente. Ou seja: deve fazer sentido a quem o lê. Sua estrutura deve ser constituída de elementos técnico-redacionais que, articulados adequadamente, devem fornecer conteúdo claro, objetivo, sucinto, completo, consistente, de fácil leitura e rápida compreensão. Deve ainda ser fruto de um processo contínuo que se inicia no planejamento, evolui na execução do trabalho de pesquisa e que se conclui na consolidação dos resultados na redação final.

Sua produção deve considerar o ponto de vista do(a) leitor(a) e basear-se em dados quantitativos e qualitativos. Deve ser vista como um processo contínuo de formulação. Ao longo de todas as fases constitutivas do trabalho de pesquisa e consolidação, a ênfase deve estar na produção da nota. Por um lado, de nada adianta realizar um excelente trabalho de planejamento ou de execução, se a nota não for capaz de comunicar sua mensagem de forma efetiva. Por outro, não é possível elaborar uma nota de qualidade se planejamento não for consistente ou se as evidências coletadas não forem robustas.

Toda essa complexidade está interligada e exige do(a) autor(a) da nota persistência e muita organização.

Por isso, notas, relatórios e pareceres precisam ser estruturados de forma a permitir uma leitura detalhada de todo o conteúdo e, ao mesmo tempo, permitir leitura rápida, dirigida e focada nas necessidades do(a) leitor(a).

CONTEÚDO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade 1 – O que o leitor espera da nota, do parecer e do relatório

  1. Ater-se no conteúdo ao que é relevante e pertinente. Como definir o que é relevante para o leitor. Como distinguir o fundamental, o importante e o acessório.
  2. Permitir ler e compreender o texto com rapidez e facilidade. A vantagem da palavra simples, da frase curta e da ordem natural na disposição das informações.
  3. Dispor ao longo das informações e orientações completas e precisas. Como detalhar uma informação de forma a atender às necessidades de informação do leitor.
  4. Encontrar textos com o máximo de gramaticalidade.

Unidade 2 – As partes constitutivas

Dependendo do grau de complexidade, notas, relatórios e pareceres precisam de três tipos de elementos redacionais:

  1. Os elementos pré-textuais:
  2. A capa – A importância de dar identidade gráfico-visual. Que elementos devem ser usados na composição da capa. Por que selecionar criteriosamente imagens.
  3. A folha de rosto – É a ficha técnica da nota. Quais são os elementos necessários para individualizar o relato e a análise. Exemplos de folhas de rosto para notas simplificadas ou complexas. Como conjugar capa e folha de rosto em um só elemento.
  4. A lista de sigla – Qual é o seu papel. Quando usá-la e quais são as alternativas para esse tipo de lista. Como usar o “Office Word” para simplificar essa tarefa.
  5. A lista de ilustrações – O que são ilustrações, quais os seus papéis na nota. Segundo a ABNT e o IBGE, como as ilustrações são agrupadas. Como elaborar lista para um único tipo de ilustração e para vários tipos de ilustração. Como usar o “Office Word” para simplificar essa tarefa.
  6. Sumário – O papel relevante desse elemento para a rápida leitura da nota. Segundo a ABNT, em que circunstâncias ele se faz necessário. Que títulos de seção e subseção da nota devem estar presentes. Como elaborar os títulos, subtítulos e intertítulos com técnica e excelência. Como usar o “Office Word” na criação da estrutura de tópicos para simplificar a elaboração do sumário.

 

  1. Os elementos textuais:
  1. A introdução – Que informações são necessárias para contextualizar o leitor sobre a situação e os antecedentes que geraram necessidade desses gêneros textuais, seus objetivos, o escopo e a metodologia empregados. O que deve ser dito em cada um desses itens e como dar coesão a todo o processo.
  2. Visão geral – Sua importância para a compreensão adequada da análise tratada. Como detalhar objetivos, histórico, legislação, beneficiários, principais produtos, relevância, indicadores de desempenho, metas, aspectos orçamentários, processo de tomada de decisão, sistemas de controle. Como organizar tematicamente as informações de forma relevante, coesa e coerente.
  3. A análise e os resultados dos levantamentos e das pesquisas – Que critérios usar para definir os resultados que devem ser relatados e analisados. Como ordenar as informações no texto de cada resultado: descrição sucinta, critério, análise das evidências, indicação das causas, descrição de efeitos ou riscos na preservação da situação encontrada, as boas práticas exigidas, conclusões propostas e benefícios esperados. Como elaborar o título de um resultado (evidência, efeito ou risco e valor envolvido). Qual a forma mais eficaz de dispor os resultados no texto.

 

  1. Elementos pós-textuais
  1. Apêndices e anexos – Segundo a ABNT, como distingui-los, como elaborá-los, como apresentá-los, como numerá-los e como sequenciá-los na nota. Que seções comportam ou não anexos e apêndices. Anexos e apêndices são próprios para ilustrações?
  2. Referências bibliográficas e obras citadas – Como apresentá-las segundo a ABNT. Como facilmente inserir citações e criar referências com o “Office Word”.
  3. Glossário – O que e quando definir um termo no relatório. Técnicas eficazes na definição de termos técnicos. Quando montar um glossário ou usar notas de rodapé com essa finalidade.

 

Unidade 3 – A precisão de sentido

O que é precisão de sentido e qual é o seu papel para a transparência, clareza, objetividade e exatidão da informação. Como escolher a palavra mais adequada. A eficácia de se optar por termos específicos. Como e quando usar termos técnicos e estrangeirismos. Como evitar os famosos “coringas” (mesmo próprio, citado, referido, mencionado entre outros), que comprometem a precisão e a transparência da linguagem. A estrutura DEVE, PODE, CONVÉM na redação de procedimentos, análises e orientações.

Unidade 4 – A redação do texto

 Os princípios a serem seguidos para a produção de um bom texto: ordenamento das ideias, simplicidade, objetividade, concisão, formalidade e transparência. Como e quando usar voz passiva na nota. A revisão final: a má pontuação, o gerúndio alongador de frase e a quebra de paralelismo.

 

Unidade 5 – Convenções na grafia de termos

  1. Como grafar números indicativos de quantidade, de ordem de grandeza e de medidas. Como grafar valores monetários, datas e horas.
  2. Como fazer a numeração de capítulos, seções, subseções, notas de texto, notas de rodapé, anexos e apêndices.
  3. Como numerar as páginas dos elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais.
  4. Como grafar siglas e estrangeirismos. Siglas têm plural?
  5. Como usar negrito, itálico e sublinhado no destaque de palavras, expressões, frases e trechos.

 

QUEM DEVE PARTICIPAR
  • Servidores que realizem as seguintes atividades:
  • Instrução de processos licitatórios;
  • Gestão e fiscalização de contratos administrativos;
  • Instrução de processo de apuração de responsabilidade de fornecedores na execução contratual;
  • Autoridade competente;
BENEFÍCIOS
TURMA PRESENCIAL
  • Material de apoio (caderno, caneta, apostila)
  • Certificado de participação DIGITAL
  • 04 coffee Breaks
  • 02 almoços
PALESTRANTE(S)
CARLOS ALBERTO PAULA MOTTA

CARLOS ALBERTO PAULA MOTTA

  • Formou-se em Literatura Brasileira, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ.
  • Lecionou no Instituto de Recursos Humanos da Fundação Getúlio Vargas – FGV, na Graduação, na Escola de Criação, na Pós-Graduação e no MBA da Escola Superior de Propaganda e Marketing – ESPM (Rio de Janeiro, São Paulo, Piauí e Maranhão).
  • Foi professor das Pós-graduações em Psicoterapia da Santa Casa de Misericórdia-RJ e do Hospital Samaritano.
  • Vem atuando como professor, palestrante e consultor nas áreas de Business Writing, Writing in Brand Style, Produção de Conteúdos para Apresentações e Técnicas de Storytelling para várias empresas em todo o Brasil.

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